<<< Para ver a revista on line (Pageflip) clique sobre a capa
Quem nos acompanha mensalmente sabe que em abril Casa Bairro completou dois anos de vida. Porém, quem ganha o presente são vocês, nossos estimados e fiéis leitores. A edição de maio marca uma nova fase na história da publicação. Ao folhear as próximas páginas você notará que Casa Bairro mudou. E para melhor. Com o novo projeto gráfico a revista ficou mais bonita, leve e fácil de ler. O layout e a tipologia tornaram a leitura ainda mais simples, agradável e dinâmica. Além da mudança no visual, lançamos novas colunas e seções. Exemplo disso é a Gente do Bairro, um espaço que todos os meses trará perfis de personalidades da região, famosas ou não, que tenham boas histórias para contar. Outra novidade é o espaço Artes & Espetáculos, que passará a ser publicado todos os meses na seção Circulando. Com ele, você poderá saber a programação dos teatros, centros culturais, museus e galerias de arte localizados nos bairros de Higienópolis, Pacaembu, Perdizes, Pompeia e Vila Madalena. E aguardem. Mais novidades virão por aí.
Mas a reformulação gráfica não altera uma vírgula no nosso posicionamento editorial. Seguimos com a proposta de oferecer o melhor jornalismo e prestação de serviço da região. A reportagem de capa da edição de fevereiro é a prova maior do nosso compromisso com o jornalismo sério e ético. Casa Bairro foi um dos primeiros veículos de informação do País a alertarem sobre o perigo do bullying nas escolas. Na ocasião, discutimos o problema com especialistas de renome, como a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva e a psicóloga Maria do Carmo Célico. Fomos saber também o que as principais escolas da região estavam fazendo para combater o mal. Infelizmente, apenas dois meses após a publicação da reportagem, o País foi abalado pela tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro. Uma das possíveis razões para o crime seriam as agressões físicas e verbais que o assassino sofrera anos antes no mesmo colégio. O massacre mexeu com toda a sociedade brasileira, a ponto de o Congresso Nacional estudar a criação de uma legislação específica que estabelecesse punições legais para quem pratica bullying. Nós falamos antes. Mas jamais poderíamos imaginar o que viria depois. Que nunca mais uma mãe nem um pai chore a morte de um filho que saiu de casa apenas para exercer o seu sagrado direito de aprender.
Equipe Casa Bairro
Baixe aqui a revista na íntegra.
]]>
Denise Fraga costuma brincar que ser mãe é o seu melhor papel. Pois neste mês a atriz terá a oportunidade de desempenhá-lo em sua plenitude. Além de exercê-lo diariamente com seus dois filhos, Nino, 13 anos, e Pedro, 11 anos, ela o interpretará em outro palco. Mas precisamente no Teatro Tuca. No próximo dia 13, ela estreia em Sem Pensar (mais informações no Circulando Artes & Espetáculos), espetáculo onde viverá Vicky, a mãe de uma adolescente com os hormônios à flor da pele e ignorada pelos pais, que vivem permanentemente mergulhados em crise conjugal e nos dramas existenciais da relação. O texto leva a assinatura da precoce dramaturga inglesa Anya Reiss. Ela o escreveu quando tinha apenas 13 anos. A direção é do marido e velho parceiro de trabalho, Luiz Villaça.
Ao contrário da complexa e problemática Vicky, tudo que Denise não quer é distância de seus filhos. Ela faz questão de acompanhá-los de perto. “Apesar da correria, procuro criar uma rotina que me permita estar sempre ao lado deles. Muitas vezes deixo de fazer coisas para levá-los à escola, ao cinema, sair para comer ou até para jogar pingue-pongue”, conta. Morar em Higienópolis facilita a vida. Os filhos estudam em uma escola próxima de casa. O Tuca, onde a peça estará em cartaz, fica a poucos quilômetros do QG da família. O bairro oferece também inúmeras opções de passeios e programas.
Nem perto nem longe
Apesar da proximidade que faz questão de manter, Denise sabe os momentos em que precisa deixá-los respirar. Principalmente Nino, que acabou de entrar na adolescência. “Eles têm o espaço deles. E preciso respeitá-los. Eu sou do tipo que bato na porta antes de entrar no quarto.” Com uma mãe atriz e um pai diretor de teatro, cinema e TV, seria natural que os filhos seguissem a mesma carreira. Denise, no entanto, não quer forçar a barra. Ela vai deixar que cada um deles escolha o próprio caminho. Mas gostaria que ao menos fizessem um curso de artes cênicas. “Independentemente da carreira, acho que a arte ajuda na formação do ser humano. Torna-o mais completo.”
Como atriz da principal rede de TV do País, Denise toma seus cuidados para não expô-los em demasia. Mas isso não significa que vivam em uma redoma blindada. O caso do massacre na escola Tasso da Silveira, em Realengo, no seu Rio de Janeiro, foi discutido em família. Mas ela fez questão de tratar o episódio da forma mais equilibrada e serena possível. “Disse a eles que aquilo foi um fato isolado. Não posso acreditar que de uma hora para outra todos que se sentiram humilhados vão sair com uma arma atirando por aí. Isso não é coisa do brasileiro”, completa a atenta e ao mesmo tempo desencanada mãe de Pedro e Nino.
Mamãe escritora
Há anos Denise Fraga assina uma coluna na revista Crescer, da Editora Globo, título direcionado para pais de primeira ou de muitas viagens. Os textos abordam seu dia a dia como mãe de Pedro e Nino. Pois no ano passado a editora reuniu 72 dessas crônicas em um livro. Assim surgiu Travessuras de Mãe, uma espécie de inventário de suas experiências maternas. “Eu nunca imaginei que ser mãe fosse tão legal. Este livro é um documento de todos esses anos de alegria, tristeza, angústia, inquietação, dúvidas, medos, receios, inseguranças e todos os sentimentos que fazem parte da aventura de ser mãe”, completa
Por Chico Silva
]]>Passada a indescritível emoção gerada pelo choro do filho recém-nascido, a mãe, mesmo que inconscientemente, começa a projetar o futuro daquela criança que toma nos braços. O primeiro desejo é sempre que cresça com saúde e energia. Mas com os sentimentos a mil, a imaginação começa instintivamente a traçar o destino daquele bebê. Será médico, engenheiro, dentista, advogado, empresário ou outro ofício de acordo com as preferências pessoais da genitora. Porém, para um grupo muito especial de mães, prever o que o seu filho será quando crescer se torna uma questão secundária. Elas têm consciência de que antes de pensar no amanhã, seus filhos precisam vencer uma batalha que está sendo travada hoje, mais precisamente no exato momento em que você se dedica a leitura desta reportagem. Esse é o caso do trio de admiráveis personalidades que apresentamos aqui. No momento, Fabrícia Guillone de Abreu, Sheila de Souza e Tatiana Rodrigues sonham apenas em ver seus filhos correndo, brincando, pulando e fazendo bagunça como outra criança qualquer. Este seria o presente que todas desejam ganhar no próximo Dia das Mães, que este ano será celebrado no domingo, dia 8. Mas por conta do delicado estado de saúde de seus filhos, até um simples beijo e um abraço seriam recebidos como a mais valiosa das conquistas. Essa reportagem é uma pequena homenagem de Casa Bairro a luta dessas incansáveis mães e mulheres que abdicaram de parte das próprias vidas para ficar ao lado de suas frágeis e preciosas crias.
A luta de Sara
Em maio, Fabrícia Guillone de Abreu, 33 anos, e a pequena Sara completam seis meses de um sofrido périplo iniciado em dia 22 de novembro do ano passado, em Pindamonhangaba, cidade do Vale do Paraíba onde a família reside. Com nove dias de vida, a pequena deu entrada em um dos hospitais da cidade com dificuldades respiratórias. O Raio X detectou uma mancha no pulmão da bebê. Outros exames revelaram que um dos canais arteriais do coração dela estava aberto. Como a situação inspirava cuidados, foi recomendada a remoção da menina para o hospital da Pontifícia Universidade Católica (PUC), em Campinas. Os médicos diagnosticaram uma displasia bronco pulmonar. Sara tem um pulmão menor do que o outro, o que provoca uma deficiência respiratória crônica. Preocupada com o quadro, a equipe médica da PUC não se sentiu apta a prosseguir o tratamento. De lá mãe e filha vieram para o Hospital Samaritano, onde se encontram desde dezembro na UTI Pediátrica. Ali a menininha foi submetida a cirurgias no coração e pulmão, além de uma traqueostomia para auxiliar na respiração. Duros golpes para uma mocinha com menos de seis meses de vida. Fabrícia deixou marido e as duas filhas pequenas em Pindamonhangaba para se dedicar integralmente a sua pequena guerreira. “Minha vida se resume a Sara. Passei Natal, Ano-Novo, aniversários, Carnaval e Páscoa aqui no Hospital. E eu só saio daqui com a minha Sara no colo” A mãe confessa que já chorou muito e chegou a temer pelo pior. Mas recobrou as forças e agora está convicta que a filha vai vencer a batalha. “Nos meus sonhos eu vejo a Sara feliz brincando com as irmãs. Tenho toda a fé do mundo que isso se tornará uma alegre realidade”. Apesar do otimismo, Sara não tem previsão de alta. Cautelosa, Kátia Jarandilha, coordenadora da UTI Pediátrica do Samaritano, acha prematura qualquer informação nesse sentido. No momento do fechamento desta edição, a Dra Kátia informava que o quadro da menina era estável, com alguns tímidos, mais animadores, sinais de recuperação.
Meu pequeno bad boy
A esperança é o sentimento que faz bater acelerado o coração da tecnóloga em processamento de dados Sheila de Souza dos Reis, 34 anos. Ela é a mãe do robusto Eduardo, o Dudu, um bebê rosado e bochechudo que logo conquistou os médicos e enfermeiros da UTI Pediátrica do Hospital São Camilo da Pompeia, onde está internado há nove meses. O garotinho tem uma doença chamada laringomalácia. Trata-se de uma má-formação na cartilagem da laringe, que provoca refluxos gástricos e dificuldades na respiração e alimentação. O problema do filho provocou uma drástica mudança na rotina da mãe. Sheila teve que abandonar o emprego e deixar Leonardo, seu outro filho, o dia inteiro na escolinha. A situação se tornou ainda mais complicada quando o marido, o administrador de empresas Flávio Ferreira Guedes, recebeu uma proposta de emprego e teve que se mudar para Vitória, no Espírito Santo. Isso justo no momento em que ela e o filho mais precisavam dele. Mas enquanto muitas sucumbiriam diante das dificuldades, Sheila prefere tirar lições e ensinamentos do que enfrenta. “Eu não pinto a vida com cores ruins. Pelo contrário. Acho que por trás de tudo há um sentido, uma razão. Estou aprendendo muito”. Mesmo sem saber ao certo quando Dudu deixará o hospital, Sheila já faz planos para o futuro de seu pequeno “bad boy”, como o chama quando lhe veste o boné com a aba virada para trás. Ela acredita que em dois ou três anos Dudu estará bem. Com isso ela poderá voltar a trabalhar e retomar pequenos prazeres como ir ao cinema, por exemplo. “Por enquanto o Dudu é a minha diversão e razão de viver. Só retomo minha vida quando ele estiver bem, feliz e brincando com o irmão. E eu sei que esse dia irá chegar”.
O presente de Tatiana
Enquanto Sheila faz planos, Tatiana Rodrigues de Souza gostaria de deixar a Vila Madalena, bairro onde reside atualmente, e voltar para Irecê, no interior da Bahia, cidade de onde veio com o marido, Adelmo Machado. Mas para isso o pequeno Enzo precisa dar seus primeiros passos. Com um ano, o garoto é vítima de mielomeningolece, doença de pronúncia difícil e graves consequências. A mielo, como Tatiana prefere chamá-la para facilitar, é uma severa má-formação congênita que acomete a região da medula e coluna vertebral. Também conhecida como Espinha Bífida, causa sérias alterações no funcionamento de vários órgãos e sistemas, com o comprometimento de funções do cérebro, bexiga, intestino e membros inferiores. O mal foi identificado ainda no útero da mãe. Pouco depois de nascer, Enzo passou por uma cirurgia corretiva. No entanto, o caminho para a reabilitação será longo. Apesar da gravidade do mal, não há nada que diminuía a fé e esperança dessa mãe na recuperação de seu Enzo. “Eu acredito que eu vou ver o Enzo andar. Nem que seja num andador. Mas ele vai andar” A aceitação do problema foi difícil, ainda mais para alguém que enfrentou o drama sozinha. Tatiana não tem ninguém além do marido e da filha Júlia, de sete anos, em São Paulo. Pouco depois do nascimento ela entrou em depressão e precisou de ajuda psicológica para se reerguer. Mas hoje se sente forte o bastante para encarar a missão de cuidar e proteger sua cria. Ela só espera receber um presente no Dia das Mães. “Outro dia chorei quando o Enzo disse mama. Agora sonho com um beijo e um abraço dele.” Pode parecer pouco. Mas para Tatiana, Fabrícia e Sheila seria o mais precioso e belo dos presentes. Que tenham o mais feliz do Dia das Mães.
Por Chico Silva
]]>Nos agitados dias de hoje, o carro se tornou a segunda casa da mãe moderna. Em uma cidade engarrafada como São Paulo, não são poucas que passam mais tempo acelerando e trocando marchas do que no trajeto sala-quarto-cozinha A rotina é pesada. Na maioria dos casos, cabe a elas a missão de levar os filhos a escola, inglês, balé, judô, médico, festinhas dos amigos, e por aí vai. Isso sem falar nas próprias necessidades, como trabalhar, estudar, ir ao teatro, cinema, namorar e etc. Por isso, a escolha do carro para elas passou a ser quase tão importante quanto a do próprio lar. Pesquisas revelam que itens como designer, motorização, cor e acessórios continuam tendo um bom peso na hora da compra. Mas, no caso específico das mamães, praticidade e funcionalidade ganham cada vez mais poder de influência no momento de se decidir por este ou aquele modelo.
Casa Bairro fez uma consulta informal às mamães que integram suas comunidades nas redes sociais na internet. Foram duas questões. Na primeira, queríamos saber o que não pode faltar no carro de uma mãe do século XXI. A outra era descobrir qual a “máquina” mais adequada às exigências das mamães modernas. A revista deixa claro que o levantamento não tem valor científico e estatístico. O objetivo era apenas descobrir quais veículos conquistaram o coração dessas consumidoras tão dinâmicas e exigentes. Entre os inúmeros modelos citados, veja abaixo o Top 5 das mães consultadas. Os eleitos foram separados por faixas de preço. Lembramos mais uma vez que não se trata de uma pesquisa propriamente dita, mas, sim, de uma simples consulta. Agora é só acelerar. E com cuidado. Pois há crianças, e bebês, a bordo.

Por Chico Silva
]]>
Chegou o momento de a moda ir para frente do espelho encarar sua faceta mais elegante. Saem de cena a alegria e a leveza do dueto primavera/verão para darem lugar à discreta sofisticação do outono/inverno. É tempo de desfilar gorros, casacos, botas e cachecóis e outras peças e acessórios que deixam a silhueta menos exposta e mais harmônica. Para se manter aquecida e não fugir das tendências é preciso fazer algumas apostas. Vamos a elas. As saias longas continuam em alta. Aconselha-se usá-las com cardigãs justinhos, que marcam a cintura e conferem um estilo bem romântico ao visual. Se preferir as calças, escolha as pantalonas. Obrigatórias nos anos 1970 e 1980, elas estão de volta. E detalhe! Com a cintura mais alta. Se não fazem sua cabeça, as cropped (antiga cigarrete) também podem ser usadas sem maiores danos ao conjunto.
Nos pés, a bota de cano curto, estilo militar, sem salto e com cadarço, é a bola da vez. Assim como as ankle boots − os mocassins com saltões − e os oxfords, com ou sem salto. A Chanel mais uma vez dita moda. Em seu último desfile outono/inverno mostrou muitas peles e pelos. Arrisque sem medo. Pode ser numa gola, coletinho, casaco curto ou só com as mangas. Os animais prints seguem em alta. Para fazer companhia à oncinha, aposte nos acessórios em phyton (cobra).
Mas a matéria-prima deste, e de todos os invernos, é o imbatível couro. E mais uma vez saias, jaquetas e coletes feitos no tecido em tons preto, marrom, vermelho e verde-folha vão deixar as mulheres mais elegantes e, sobretudo, atraentes. O ideal é misturar as peças às transparências, em qualquer parte da roupa. Tudo está nas araras e provadores das lojas mais descoladas da região. É só escolher o que combina mais com você e sair por aí espalhando graça e charme pelas frias ruas da Pauliceia Desvairada.
Por Vanessa Spada
]]>
Em sua edição de abril, Casa Bairro publicou uma reportagem que abordava os benefícios de alguns alimentos no combate e prevenção a certos tipos de câncer. O governo do Estado entrou nessa batalha e deu um passo decisivo na luta contra o traiçoeiro inimigo. No último dia 14 foi inaugurado o maior laboratório voltado à pesquisa da América Latina sobre a doença. Instalado em uma área de 2 mil metros quadrados do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), o Centro de Investigação Translacional em Oncologia será a unidade coordenadora de uma rede formada por 20 grupos que atuam no estudo básico e pesquisa da doença. Foram investidos R$ 2 milhões na construção do espaço, qualificação da equipe e aquisição de modernos aparelhos. Desse total, R$ 1,5 milhão foi utilizado somente na compra do High Intense Focus Ultrassound (Hifu), um equipamento ultrapotente desenvolvido para destruir tumores. O Hifu é resultado de uma tecnologia inovadora que alia ultrassom de alta intensidade com ressonância magnética.
Novo na América Latina, o procedimento será usado, inicialmente, para tratar de miomas e metástases ósseas. Porém, o objetivo é expandir sua aplicação para outros segmentos da oncologia. O aparelho permitirá a indicação de novas terapias que auxiliarão no tratamento de tumores sem a necessidade de incisões, intervenções cirúrgicas e longos períodos de internação. Durante a procedimento, que tem duração aproximada de duas horas, o paciente permanece consciente, acordado e ao final da sessão pode retornar para casa. O Hifu concentra até mil feixes de energia ultrassônica direcionados, com extrema precisão, para um tumor específico no interior do corpo. O melhor de tudo isso é que o aparelho estará disponível para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), mediante avaliação médica e agendamento.
Além do Hifu, o novo laboratório contará com outros equipamentos de ponta, como microscópios a laser, sequenciadores de DNA, separadores de células e ambientes para cultivo de células e produção de DNA. A outra novidade será a implantação de um banco de amostras biológicas, que conterá fragmentos e tumores congelados, amostras de sangue, RNA, DNA e proteínas coletadas dos pacientes. Ao todo, 40 especialistas e mais de 130 alunos de pós-graduação integram a equipe do centro. Um exército equipado com armamentos de última geração e preparado para enfrentar esse duro e resistente inimigo. Que vença essa batalha.
Por Chico Silva
]]>
Saulo Vasconcelos seguiu a cartilha do típico adolescente da Brasília dos anos 80/90. Como Renato Russo, Dinho Ouro Preto, Herbert Vianna e outros menos famosos, ele era só uma garoto que queria tocar rock com seus amigos. Verdade que a Zona Morta não alçou voos tão altos quanto às confrades Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude. Mas, por uma dessas peças do destino, a banda “revelou” o maior ator de musicais do Brasil. A metamorfose começou em 1992, quando o também aspirante a economista entrou no coral da Universidade de Brasília (UNB), onde estudava. No início as pretensões eram modestas, como o próprio Saulo explica. “Entrei no coral para educar a minha voz.” Foi amor ao primeiro timbre. Após uma passagem pelo Coro Masculino de Brasília, Saulo começou a soltar seu vozeirão em óperas. Interpretou clássicos como La Bohème, de Giácomo Puccini, Aída e La Traviata, do romântico italiano Giuseppe Verdi, e Dom Giovanni, de Mozart. Porém, a montagem mexicana de O Fantasma da Ópera, musical assinado pelo inglês Andrew Lloyd Webber, mudou de vez sua vida. “Seria a primeira versão de O Fantasma em espanhol. Foi um bafafá muito grande. Muita gente queria estar no espetáculo. Então gravei um vídeo e mandei para a produção nos Estados Unidos. Não é que fui aprovado!” E lá se foi Saulo para sua primeira grande aventura no exterior. A temporada foi um sucesso. As 400 apresentações foram vistas por 880 mil pessoas. Mas os terremotos, vulcões e, sobretudo, o infernal trânsito da Cidade do México abreviaram sua estada na terra de Octávio Paz e do guacamole. De volta ao Brasil, e especialmente a São Paulo, e posteriormente à Pompeia, onde reside em um condomínio amplo e confortável situado nas proximidades do Bourbon Shopping, Saulo começou sua trajetória de protagonista nas grandes produções que aportaram na cidade. Atuou em Les Misérables, A Bela e a Fera, A Noviça Rebelde, mais uma vez em O Fantasma da Ópera e Cats. No momento protagoniza Sam em Mamma Mia, espetáculo escorado em clássicos do grupo sueco ABBA, em exibição no Teatro Abril. Apesar do êxito em outros palcos, Saulo não abandona o bom e velho heavy metal da adolescência. “O 2º Movimento do Réquiem, de Mozart, e As Quatro Estações, de Vivaldi, são puro heavy metal.”
Por Chico Silva
]]>
Doug, um simpático cocker spaniel de cinco anos, enfrentou quatro cirurgias em uma das patas pela falta de um diagnóstico mais ágil e preciso. Sua dona, Vivian Bausas, se culpa até hoje por não ter percebido antes que seu cãozinho tinha algum problema. “Ele não chegou a mancar. Nos últimos meses estava até mais manso do que o normal, sempre me pedindo colo”, diz. Casos como este são até mais comuns do que se imagina, pois de uma forma ou de outra o animal revela sua dor ou desconforto por alterações de comportamento. Cachorros calmos, por exemplo, podem se tornar agressivos e os bravos e peraltas podem ficar apáticos a ponto de nem latir quando ouvem a campainha de casa. Ou ainda, como Doug, ficarem mais sensíveis e carentes. Os gatos, por sua vez, reagem como seus ancestrais e costumam se isolar quando não estão bem. Tudo para não demonstrar fragilidade e fraqueza para os seus predadores. “Para reconhecer a dor em um animal o dono precisa ficar atento a sinais evidentes, mas sutis, de mudança em seu comportamento”, como explica o médico veterinário José Roberto July.
Todo dono sabe que os pets sentem medo, tristeza, solidão, saudade e dor. Mas é preciso aprender a identificar as reações físicas e psicológicas associadas a cada um desses sentimentos. “Cada animal demonstra mudanças comportamentais distintas. Podem ser notadas na ingestão de alimentos, na frequência ou no modo como fazem suas fezes, na sociabilidade”, destaca July. Cachorros e gatos doentes costumam proteger a região afetada mancando ou se encolhendo. Os felinos choramingam e passam a deitar-se apenas de um lado ou a passar muito tempo em pé. Outro sinal de problema é quando deixam de se limpar. Gato sujo é gato doente. Aquela sessão de lambida diária é uma indicação de que estão saudáveis e felizes. Mas quando se lambem em demasia, a ponto até de se ferir, é sintoma de que algo não vai bem. O cão, por sua vez, pode ficar trêmulo e ofegante. Quando apresenta um incômodo leve fica inquieto, mas uma dor intensa o deixará menos alerta. Uma reação evidente é a indiferença ao dono. Quando ele não abana a cauda para ele é melhor correr para o veterinário. As causas da dor em pets são inúmeras e só o especialista pode diagnosticá-las e tratá-las. O papel do dono é farejar se há alguma coisa fora da ordem e imediatamente levar o amigo para ser examinado. Outra forma de preservar a saúde dos animais domésticos é, além de vacinação e vermifugação, fazer check-up regulares após o animal completar seis anos de vida. Eles devem ser anuais em cães e a cada dois anos em felinos. Informe-se com o seu veterinário de sua confiança. Pet saudável é sinônimo de alegria e bagunça (boa) pela casa.
Por Telma Costa
]]>
A região da Pompeia abriu contagem regressiva para um dos acontecimentos mais aguardados do ano. No próximo dia 15, acontecerá a 24ª edição da tradicional Feira de Artes da Pompeia, evento multicultural que atrai milhares de pessoas para o quadrilátero formado pelas ruas Xerentes, Ministro Ferreira Alves, Tucuna e Padre Chico. Em 2011 a feira não sofrerá concorrência direta da Virada Cultural, megaevento organizado pela prefeitura que no ano passado dividiu as atenções com a festa. Com isso, espera-se um público ainda maior do que os 80 mil visitantes da edição 2010, ocasião em que a feira celebrou o centenário da Pompeia.
O Brasil será o grande homenageado da 24ª edição da feira. Com o tema Meu Brasil Brasileiro, a festa pretende enaltecer as qualidades e atributos de um país que a cada dia conquista mais espaço e respeito no cenário político, cultural e econômico internacional. Para celebrar este momento singular na história brasileira, a organização da feira, sob a responsabilidade do Centro Cultural Pompeia, preparou uma programação com cara, sotaque e acentos brazucas. Mas o Brasil não será o único a receber mimos na feira. O Palco Atitudes, localizado na Ministro Ferreira Alves, próxima à Tucuna, celebrará o Ano da Itália no Brasil. É sempre bom lembrar que a Pompeia é um bairro com forte ascendência italiana. Os oriundi foram seus primeiros moradores. Maria Gomes de Oliveira, a Maria Bonita, esposa de Virgulino Ferreira da Silva, o cangaceiro Lampião, será a terceira laureada do dia. Ela terá o seu centenário de nascimento comemorado no Palco Raízes.
Fora as homenagens, a feira terá inúmeras atrações, além das centenas de barraquinhas que oferecerão os mais variados produtos e serviços. A cooperativa Coopermiti irá realizar uma ação de coleta de material eletrônico. Na Rua da Literatura, além de livros, será instalado o Cine Clube, espaço que exibirá filmes e curtas-metragens. Espetáculos de dança, desfiles de modas, aulas de aeróbica e passeios de bike organizados pela Tutto Bike completam o programa. Casa Bairro marcará presença, mais uma vez recebendo seus amigos, clientes e leitores em seu estande. Agora só falta Lobão dar novamente o ar de sua rebelde graça. No ano passado o músico e compositor, que trocou o Rio de Janeiro pelo pacato Sumaré, surpreendeu a todos ao dar uma canja no Palco Rock. Que repita o riff.
Por Chico Silva
]]>
<<< Para ver a revista on line (Pageflip) clique sobre a capa
Abril é um mês muito especial para nós da equipe Casa Bairro. Completamos dois anos, ou 730 dias, de vida. E, se chegamos até aqui, foi graças ao apoio, confiança e carinho de cada um de nossos leitores e anunciantes. Hoje podemos dizer com orgulho que conseguimos. Juntos. Por isso, o editorial desta edição é dedicado a vocês, os maiores responsáveis pela nossa conquista. Muito obrigado por tudo. E aguardem. Em maio teremos uma nova Casa Bairro. Novo projeto, novas seções e novas colunas. Tudo
para sermos cada vez mais uma revista que nem parece de bairro.
“Comemorem o sucesso que vocês alcançaram. Deixem a modéstia de lado e, pelo menos no dia de hoje, reconheçam: vocês fazem uma revista de altíssimo nível. Sua qualidade nos conquistou a todos, e sua presença torna nossa região ainda melhor. Orgulhem-se, sem receio. Parabéns pelo seu aniversário!!!” Cirurgião plástico Mário Sabatine – Sabatine e Marques Consultório de Cirurgia Plástica e Mastologia
“Parabéns à revista Casa Bairro pelos seus dois anos de existência! Desde 2010, quando tivemos o primeiro contato com a publicação, percebemos a sua importância como um forte canal de comunicação com alguns dos mais importantes bairros de São Paulo” Prof. Dr. Paulo Eduardo Marcondes de Salles – Pró-reitor administrativo do Centro Universitário São Camilo
“O Sonda Supermercados parabeniza a Revista Casa Bairro pelo aniversário e pela presença na região da Pompeia”
“A Caltabiano deseja um contínuo crescimento e sucesso para a Revista Casa Bairro. Parabéns pelos dois anos de veiculação!”
“À nossa jovem e belíssima parceira Casa Bairro os nossos parabéns pelos dois anos e os votos de décadas e décadas de sucesso e parceria” Vilma Gomes – International House São Paulo
“A Casa Bairro nos traz informações, entretenimento e, principalmente, clientes” Gilson – Geribá Bar e Restaurante
“Quando fui procurado pelos editores da Revista Casa Bairro, acreditei no projeto e agora, com dois anos de parceria, consigo ver com muita
clareza que estava certo em apostar neste veículo, que tem nos trazido excelentes resultados de marketing. Parabéns aos seus diretores por estarem a cada edição melhorando em muito a nossa revista mensal” Gerson da Silva – Studio Garbo
“Quando conheci Casa Bairro, fiquei maravilhado com a qualidade gráfica e conteúdo da revista. Isso me tornou um fiel parceiro da publicação. Só posso parabenizá-los pelo trabalho e acredito que será o segundo ano de muitas décadas que estaremos juntos” Flávio Ambra – Pet Dog Care
Baixe aqui a revista na íntegra.
]]>